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Formação de habilitação de competências no âmbito do apoio técnico do Domínio «Sustentabilidade - Ecorregime» - Programa atualizado

13-03-2023

Na sequência da Portaria n.º 54-E/2023 foi aprovado o regime de aplicação dos apoios a conceder ao abrigo do artigo 31.º do Regulamento (UE) 2021/2115, do Parlamento e Europeu e do Conselho, no que se refere à aplicação do Domínio «Sustentabilidade - Ecorregime» do Eixo «A - Rendimento e sustentabilidade» do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum para Portugal (PEPAC Portugal), no continente.

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Adesão ao Regadio de Veiros aumentou de 18% em 2016 para 67% em 2022 e instalação é motor de desenvolvimento do Alentejo Central

10-03-2023

Nos municípios de Estremoz e Monforte, distritos de Évora e Portalegre, uma região tradicionalmente de sequeiro, foi instalado em 2015 o regadio de Veiros, um projeto coordenado pela Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR) e com gestão da Associação de Beneficiários do Perímetro de Rega de Veiros (ABPRV). Oito anos depois, a adesão ao regadio tem vindo a aumentar gradualmente, passando de cerca de 18% em 2016, ano em que o sistema distribuiu água pela 1.ª vez, para 67% em 2022.

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Portaria n.º 63-A/2023, de 2 de março - "Redução das emissões de gases efeito estufa" e "Bem-estar animal e uso racional de antimicrobianos"

03-03-2023

Encontra-se publicada a Portaria n.º 63-A/2023, datada de dia 2 de março, estabelece as normas nacionais para aplicação de regimes de controlo no âmbito da intervenção «Melhorar a eficiência alimentar animal para redução das emissões de gases com efeitos de estufa (GEE)», na componente de bovinos de carne, e da intervenção «Bem-estar animal e uso racional de antimicrobianos», na componente de bem-estar animal.

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Criada autoridade de gestão do PEPAC Portugal no continente

10-02-2023

Foi hoje aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 15/2023 a criação da autoridade de gestão do PEPAC Portugal no continente (PEPAContinente), responsável pela gestão, acompanhamento e a execução das intervenções previstas nos Eixos «C - Desenvolvimento Rural» e «D - Abordagem Territorial Integrada», e que será presidida, por inerência, pelo diretor-geral da Agricultura e Desenvolvimento Rural.

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"As cores da Agricultura" - Concurso de fotografia da Rede Rural Nacional

02-02-2023

A Rede Rural Nacional lança o concurso de fotografia "As Cores da Agricultura", que vai decorrer até dia 31 de março nas redes sociais Facebook, Twitter, Instagram, e Linkedin, dirigido a todos os interessados, sejam fotógrafos amadores, entusiastas ou profissionais. O objetivo deste desafio é descobrir e capturar as mais bonitas e fascinantes fotografias de paisagens, práticas culturais e atividades agrícolas, assim como pessoas e tradições que representem a cultura e o mundo rural em Portugal, dando ênfase à riqueza das suas tonalidades.

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Aprovado o modelo de governação do Portugal 2030

25-01-2023

Com o início de um novo período de programação e no sentido de conferir uma maior sinergia, coerência, coordenação e complementaridade dos vários fundos europeus foi criado o modelo de governação para o período 2021-2027, incluindo o modelo de governação do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum para Portugal (PEPAC) para o período de 1 de janeiro de 2023 a 31 de dezembro de 2027.

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DGADR cria centro de investigação para desenvolver projetos de inovação em parceria nas áreas tecnológicas e de mecanização agrícola

23-01-2023

Com o objetivo de potenciar a transferência de conhecimento e tecnologia, a DGADR – Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural viu aprovada a criação do Polo de Inovação da Tapada da Ajuda - AgriHub destinado a acolher futuras atividades de investigação, formação, demonstrações, e de projetos de inovação em parceria, com a participação de diversas entidades públicas e do ensino superior, empresas, associações e outras organizações.

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Disponível dashboard com dados relativos aos Grupos Operacionais

10-01-2023

Está disponível o Dashboard, um quadro interativo que apresenta dados georreferenciados do projetos desenvolvidos pelos Grupos Operacionais, com distribuição por setor, por entidades parceiras, e por montantes elegíveis e financiados das mais de 100 iniciativas promovidas por um total de cerca de 500 parceiros.

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Portugal tem projetos inovadores no regadio e na gestão de albufeiras

28-12-2022

A Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR) tem promovido e apoiado vários projetos inovadores, que incluem o recurso a novas tecnologias na gestão do regadio e albufeiras, contribuindo para a eficiência dos recursos hídricos e práticas sustentáveis.

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Dia Mundial do Solo: Onde a alimentação começa! Gestão sustentável do Solo em Viticultura

14-11-2022

A ADVID - Associação para o Desenvolvimento Da Viticultura Duriense, enquadrado nas comemorações dos seus 40 anos, conjuntamente com a Parceria Portuguesa para o Solo, realiza no dia 5 de dezembro, em Valença do Douro, no âmbito da celebração do Dia Mundial do Solo, o Seminário “Gestão Sustentável dos Solos em Viticultura”.

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Congresso Nacional de Rega e Drenagem aponta prioridades de investimento na agricultura de regadio

ix cogresso regaO 9º Congresso Nacional de Rega e Drenagem reuniu, nos dias 18 e 19 de outubro, no Instituto Politécnico de Beja, 140 participantes num oportuno debate sobre os desafios e as oportunidades da sustentabilidade do regadio, centrado em 4 “E”: Eficiência, Energia, Economia e Ecologia.

 “O investimento em energias renováveis, no reforço da capacidade de armazenamento de água, na modernização dos perímetros de rega e na eficiência do uso da água e da energia são áreas estratégicas para a sustentabilidade económica e ambiental do regadio em Portugal”, afirma Gonçalo Morais Tristão, presidente do COTR-Centro Operativo e de Tecnologia do Regadio, a entidade que liderou a organização do Congresso, resumindo as prioridades elencadas no evento.

Inovação e Eficiência

Miguel Mira da Silva, investigador do Instituto Superior Técnico, alertou que a tecnologia é atualmente “uma questão de sobrevivência para as organizações” e que a digitalização na agricultura veio para ficar. Dos sensores, à rede 5G, análise de dados, inteligência artificial, processamento de imagem, blockchain e robots são inúmeras as tecnologias que podem contribuir para a melhoria da gestão e da produtividade da agricultura de regadio, que representa 16% da SAU em Portugal (630 000 hectares).

Joaquim Pedro Torres, agricultor de referência na cultura do milho, explicou que com a mesma dotação de rega consegue obter o dobro da produção do que há 20 anos, graças ao uso de modernas tecnologias de regadio. Para regar um hectare os agricultores portugueses usam atualmente em média 4000 m3 de água por ano, comparativamente com os 15 000 m3 usados na década 60 do século passado.

Depois de assinalar os ganhos de eficiência na agricultura nos últimos anos no que respeita ao uso da água, Helena Alegre, investigadora do LNEC- Laboratório Nacional de Engenharia Civil, referiu a necessidade de um sistema de avaliação do desempenho em aproveitamentos hidroagrícolas, como base de apoio a políticas públicas. Foi para isso que foi desenvolvido o projeto AGIR, onde foram identificados diversos indicadores de desempenho.

Segundo um estudo da DGADR, a Autoridade Nacional do Regadio, os efeitos das alterações climáticas vão contribuir para aumentar as necessidades de rega das culturas nos aproveitamentos hidroagrícolas nacionais entre 16% a 27%, nas próximas décadas. É neste cenário que se justifica maior investimento em capacidade de armazenamento das disponibilidades hídricas anuais, das quais apenas 9% (7% na agricultura) é armazenada e utilizada, bem como na ligação em rede de bacias hidrográficas e na modernização das infraestruturas dos perímetros de rega, muitos dos quais foram construídos há mais de 50 anos e têm perdas de água de até 40%.

Cláudia Brandão, responsável da DGADR, recordou que a relação entre o valor da produção agrícola em regadio e sequeiro é de 5 para 1. Já o valor económico do regadio coletivo público é estimado em 1242 milhões de euros, o equivalente a ¼ do valor da produção vegetal do nosso país.

Regadio e Economia

Os congressistas abordaram também os desafios sociais e ambientais da agricultura de regadio. Ricardo Ferreira Reis, investigador da Universidade Católica Portuguesa e diretor do Centro de Sondagens desta universidade, destacou a importância de uma boa estratégia de integração dos trabalhadores imigrantes nas empresas agrícolas e na comunidade e defendeu que devem ser encontradas à escala europeia soluções e estratégias consertadas para integração dos imigrantes.

“O investimento público em regadio previsto para os próximos anos é de 400 milhões, cobrindo apenas 38% das necessidades de investimento identificadas no Estudo Regadio 2030”, constatou Francisco Campello, sócio-gerente da AgroGes, defendendo o reforço do financiamento público nesta área estratégica para a soberania alimentar nacional e para a redução do défice da balança comercial agroalimentar, estimado em 3,5 mil milhões de euros.

O valor socioeconómico gerado pela agricultura no concelho de Odemira foi citado como exemplo. Neste perímetro de rega, com 8000 hectares de área irrigada, o valor da produção agrícola equivale a 15% das exportações nacionais de frutas, legumes e flores.

 “Num país como é o nosso que encolhe e envelhece, Odemira cresce e rejuvenesce. 15% das pessoas são altamente qualificadas e vieram de outras regiões do país, não é apenas mão-de-obra estrangeira e não qualificada”, afirmou Luís Mesquita Dias, presidente da AHSA-Associação de Horticultores do Sudoeste Alentejano.

As limitações de acesso à água para a agricultura, impostas no perímetro do Mira e noutros perímetros de rega do Baixo Alentejo e do Algarve, devido à seca, vão obrigar os agricultores a encontrar soluções complementares de acesso à água. A dessalinização é uma alternativa que, apesar do custo ainda elevado da tecnologia, pode ser viável.   “A água representa 1% a 2% nas contas de cultura dos nossos associados, acredito que a maioria estará disposta a abdicar de 1 a 2% do seu  EBIDTA para ter uma solução sustentável de acesso à água, como é a dessalinização, em complemento à água da barragem de Santa Clara”, afirmou Luís Mesquita Dias.

Regadio e Energia

No painel de debate sobre Regadio e Energia, Pedro Ferraz da Costa defendeu que, perante a atual crise energética “é necessário repensar toda a política energética na Europa, pelo agravamento dos seus custos, pela fragilidade que originou a dependência de uma só commodity, pela falta de competitividade que origina no tecido produtivo europeu e por razões geoestratégicas”. Na opinião deste empresário, “não vamos combater a nossa dependência energética do gás russo apenas com energias renováveis”, estas têm uma produção intermitente, pelo que será fundamental “apostar na energia nuclear e hidroelétrica como baseload”.

Na mesa-redonda sobre Regadio e Energia ficou claro que agricultores e aproveitamentos hidroagrícolas devem caminhar para uma maior independência energética, como forma de reduzir os custos e a pegada ecológica. As Comunidades de Energias Renováveis serão um dos caminhos de futuro, tal como a produção de energia a partir de biomassa derivada de subprodutos agrícolas e, até, a partir do hidrogénio.

José Pedro Salema, presidente do conselho de administração da EDIA, referiu que este empreendimento de fins múltiplos já produz 16% da energia elétrica de que necessita, através de mini-hídricas e de renováveis, e tem a ambição de se tornar 100% autónomo na produção de energia no médio prazo. Participaram também nesta mesa-redonda, moderada por José Núncio, presidente da FENAREG, Isabel Cabrita, investigadora do ISEC Lisboa, e Miguel Luz, da empresa Akuo Energia Portugal.

Regadio e Ecologia

Filipe Duarte Santos, Geofísico e investigador especialista no estudo das alterações climáticas, Presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, afirmou que a disponibilidade de água é uma questão crítica que urge resolver em Portugal, e que a competitividade da agricultura nacional dependerá da sua adaptação às alterações climáticas. Na opinião deste Geofísico, é necessário investir para melhorar a eficiência do uso da água, medir para gerir melhor a água, investir em sistemas pressurizados para diminuir as perdas e apostar mais em culturas agrícolas temporárias. “Devem ser realizados estudos de impacto dos transvases de água e é recomendável aumentar a percentagem de águas residuais tratadas e o investimento em dessalinização”, defendeu. Na mesa-redonda sobre Regadio e Ecologia, moderada por João Paulo Oliveira e na qual participaram também Teresa Ferreira, do ISA, e José Manuel Gonçalves, da ESAC, a conclusão principal foi de que é necessário colocar a ecologia ao serviço de uma agricultura profissional e produtora de alimentos.

O Congresso incluiu a apresentação 16 comunicações técnicas sobre regadio, entre as quais uma sobre o Projeto Tejo, que está a ser alvo de um estudo de avaliação técnica, económica e ambiental, que será tornado público, previsivelmente, até final do ano.

Na sessão de encerramento, Rogério Ferreira, Diretor-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, assumiu que a visão estratégica de curto prazo para o regadio coletivo público é “trabalhar a eficiência, produzindo a mesma quantidade de alimentos com menos água, ter a capacidade de executar as obras em curso e reforçar o armazenamento de água em várias regiões do país”.

 A Ministra da Agricultura e da Alimentação, Maria do Céu Antunes, que participou online no encerramento do Congresso, sublinhou a importância da garantia da disponibilidade de água e de sistemas de abastecimentos eficientes para a competitividade da agricultura. “Temos de ter capacidade de reter água, conjugar origens, juntar as águas residuais tratadas e preservar os lençóis freáticos”, disse a governante, garantindo que vão ser construídos e modernizados 96 mil hectares de regadio coletivo até 2025, ao abrigo do Programa Nacional de Regadios.

O 9º Congresso Nacional de Rega e Drenagem prestou uma homenagem póstuma ao Eng. João Campelo Ribeiro, personalidade incontornável do regadio nacional, pelo seu enorme contributo para o progresso do setor. Entre outros cargos, foi membro  do Conselho de Administração da EDIA entre 2002 e 2005, alto dirigente da DGADR - Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural e Presidente da Assembleia Geral  do COTR- Centro Operativo e de Tecnologia do Regadio. Na cerimónia de homenagem, na qual participaram a esposa e os filhos de João Campelo Ribeiro, foi sublinhada a sua valia e bondade enquanto Homem e profissional.

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